CONHEÇA NOSSO PROGRAMA

Nosso programa propõe consolidar e expandir iniciativas já em curso, ao mesmo tempo em que enfrenta desafios estruturais que atravessam os pilares da Universidade: Ensino, Pesquisa, Extensão, Carreira e Infraestrutura.

 

Queremos fortalecer o ensino com a revisão e modernização do ciclo básico, unindo qualidade, atualização curricular e apoio aos estudantes. Na extensão, buscamos aproximar a teoria da prática e a universidade da sociedade, criando espaços de interação, projetos integradores e impacto social real. Na pesquisa, propomos maior integração com o ensino, estimulando a formação continuada e a inovação. Também olhamos para o futuro da carreira docente, valorizando a evolução profissional e a diversidade, e para a infraestrutura da Escola, que precisa acompanhar o nível de excelência que buscamos.

 

Nosso compromisso é com uma Escola Politécnica mais integrada, moderna e acolhedora — capaz de unir pessoas, ideias e propósitos em torno de uma formação de qualidade e de um impacto social transformador.
 

 

COMO IREMOS ATUAR NOS PILARES FUNDAMENTAIS DA UNIVERSIDADE

 

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ENSINO
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Sob o ponto de vista do Ensino, a iniciativa piloto de revisão da disciplina de Cálculo I (com o chamado Pré-Cálculo ou Cálculo 0) precisa ser avaliada, consolidada e expandida para os demais Cálculos. Lógica semelhante precisa ser considerada para a sequência das Físicas. Essas iniciativas devem ser o embrião de uma revisão maior do ciclo básico, com a discussão e criação de recomendações gerais da Escola Politécnica, para todos os seus cursos de engenharia, no sentido de fazer convergir modernidade e solidez no ensino, com as novas diretrizes curriculares nacionais para a engenharia, sempre buscando um compromisso de qualidade na formação profissional, mas também enfrentando as questões de evasão, retenção e suporte aos discentes.

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EXTENSÃO
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Sob o ponto de vista da Extensão, é necessário rever conceitos, aproximar a extensão do próprio ensino, criar condições para aproximar a teoria da prática e do resultado social. A chapa estuda a possibilidade de criar uma semana de aproximação com a sociedade, em que ONGs, associações e outros entes representativos possam vir a Universidade para falar de seus problemas e conhecer nossas possibilidades de atuação. A criação de um banco de "problemas" pode ajudar a criar disciplinas integradas de projeto, com características de extensão, usando metodologias ativas de ensino, com resultados entregues à sociedade. Essa iniciativa pode aproximar Extensão e Ensino, ajudando às iniciativas em curso a ganharem escala.

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PESQUISA
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No quesito Pesquisa, é também importante uma aproximação com o Ensino. A aproximação dos programas de pós-graduação e cursos de graduação pelo compartilhamento de disciplinas eletivas na grade curricular, de forma a criar mecanismos de atratividade, tanto para o curso de graduação, como para o posterior ingresso no mestrado. Todas essas ações trazem um conceito importante de convergência entre ensino, pesquisa e extensão.

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CARREIRA
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Sob o ponto de vista de carreira, precisamos discutir caminhos de evolução profissional dos professores da Escola, até o patamar de Professor Titular. É importante manter a excelência, mas também reconhecer a diversidade.

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INFRAESTRUTURA
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Um elemento que consideramos importante — e que tem se mostrado recorrente nas discussões com os Departamentos — é que a infraestrutura disponível para as atividades da Escola ainda apresenta lacunas. Precisamos promover um incremento de qualidade nas salas de aula, laboratórios, departamentos e ambientes de convivência.

Também é essencial olhar com atenção para os cursos lato sensu e investir em sua divulgação de forma mais eficaz no mercado, com ações de marketing bem direcionadas. Além disso, é necessário planejar o uso da CIP com criatividade e eficiência para projetos acadêmicos e de pesquisa, bem como concorrer a editais da Finep e de agências similares. Essas são questões estratégicas que precisam ser potencializadas.

 

 

 
AÇÕES CONCRETAS DA CHAPA 1 PARA O QUADRIÊNIO 2026-2029:

 

DAEC, extensão e cultura

 

•    Completar o processo de curricularização (inserção curricular) da extensão nos cursos da Poli e promover seminários para chefes de departamentos e coordenadores de todos os cursos, além de professores e TAEs que já executam ações de Extensão na Poli;
•    Promover a criação e registro no SIGA de novas ações de extensão em cada um dos cursos da Poli, como, por exemplo, a RCS/EXT de “Iniciação à Extensão” dentre outras;
•    Organizar, anualmente, em parceria com as demais unidades do Centro de Tecnologia, as Feiras de Extensão de Extensão Tecnológica, conforme já realizado em 2025;
•    Ampliar o trabalho em parceria com as demais unidades do CT e dos outros Centros da UFRJ, afinal a Extensão precisa ser o mais interdisciplinar e interprofissional possível;
•    Criar projetos para a Poli e um programa que agrega esses projetos, com o objetivo de incentivar e motivar estudantes de ensino médio, através de experimentos práticos com conceitos básicos de engenharia;
•    Buscar financiamento interno e externo para as ações de extensão da Poli e realizar cursos e oficinas nas Naves do Conhecimento, no SESI/SENAI e em escolas parceiras.

 

DAPE, políticas estudantis

 

•    Consolidação da Semana de Acolhimento aos calouros, facilitando sua inserção no ambiente da Escola Politécnica;
•    Continuar a fazer pesquisas do perfil dos alunos da Poli para propor melhorias no aspecto de acessibilidade na nossa Escola;
•    Divulgar os editais de Bolsas de Manutenção da PR7 e de outras Instituições Parceiras (como as Bolsas Carrefour e Reditus, por exemplo);
•    Orientar sobre o Passe Livre Universitário;
•    Buscar novas parcerias para aumentar o percentual de apoio financeiro aos alunos da Poli;
•    Ampliar as ações do CASA para atendimento, identificação e acolhimento dos alunos neurodivergentes.

 

DACE, carreira e empreendedorismo

•    Realizar a 7ª (!) Feira de Carreira da Politécnica, iniciativa criada e implementada pela Profa. Maria Alice Ferruccio;
•    Continuar expandindo a plataforma de oportunidades profissionais PoliVagas;
•    Aumentar o número de atendimentos de mentorias do Escritório de Carreira e realizar 8 edições semestrais do evento Dia de Carreira na Poli;
•    Fortalecer a participação ativa na Esteira de Inovação da UFRJ e intensificar as visitas técnicas às empresas;
•    Criar um espaço de Coworking para as iniciativas estudantis (Fluxo, equipes de competição etc.) da Politécnica;
•    Criar o Hub e o Grupo de Pesquisa em Empreendedorismo no âmbito da Escola Politécnica;
•    Ampliar parcerias para realização de eventos de Capacitação e Divulgação de processos seletivos com empresas de destaque do mercado.

 

DADH, desenvolvimento humano

•    Avançar nas ações que impactam positivamente no bem-estar e na saúde das trabalhadoras e dos trabalhadores da Poli;
•    Conscientizar sobre o papel de todos na sua missão institucional, aliado a temas relevantes como diversidade, por meio do letramento LGBTQIAPN+, combate ao racismo, relacionamento interpessoal e assédio;
•    Expandir as campanhas de atenção à saúde, como vacinação;
•    Intensificar os nossos treinamentos para o usa das Ferramentas Institucionais para a rotina administrativa da Poli;
•    Apoiar nossas trabalhadoras e trabalhadores, desde a ambientação dos novos concursados da UFRJ até a sua aposentadoria.

 

DAPRI, projetos e relações institucionais
  • Desenvolvimento de políticas de divulgação institucional da pós graduação lato sensu (Especialização) da Escola Politécnica.
  • Apoio aos coordenadores para criação e manutenção de cursos de Especialização nas diversas áreas da engenharia.
  • Monitorar e aprimorar os cursos de Especialização da Escola Politécnica.
  • Desenvolver estratégias para a criação de projetos de engenharia, consultoria e pesquisa junto à instituições públicas e privadas.

 

 

DAPLAN, planejamento, finanças e sistemas
  • Apoio aos departamentos na elaboração de projetos utilizando recursos CIP, a exemplo de como fizemos nos projetos CIP do DEG e do DES.
  • Apoio aos professores para elaboração de propostas em editais FINEP, Oportunidades da PETROBRAS entre outras.
  • Ampliação do edital com recursos CIP da Direção para inovação e modernização dos laboratórios de Ensino de Graduação (LEG) e Laboratórios de Informática da Graduação (LIGs)
  • Aumento a carteira de projetos através da Gerência de Contratos e Projetos com serviços de consultoria em engenharia estratégicos para o Estado do Rio de Janeiro.
  • Apoio as coordenações dos cursos lato sensu no Marketing Digital em conjunto com a Coordenação de Comunicação da Politécnica (CoordCOM), e promover convênios com associações e entidades de classe para divulgação especializada dos cursos.
  • Implementação de um sistema de indicadores de desempenho da gestão da Politécnica para apoiar a elaboração do CPA, PDI da Politécnica e definição de planejamento de desenvolvimento institucional.

 

 

DAEG, ensino de graduação

 

1.   Redução da Evasão e Retenção


Acolhimento e Tutoria Ativa

  • Implantação de programas de tutoria por pares e mentoria docente desde os primeiros períodos;
  • Criação de grupos de apoio pedagógico com foco em adaptação ao ensino superior.

 

Diagnóstico Precoce

  • Aplicação de teste diagnóstico para identificar fragilidades no aprendizado de conteúdos básicos de matemática dos calouros;
  • Monitoramento contínuo do desempenho acadêmico com alertas para riscos de evasão e atrasos na conclusão do curso.

 

Reforma Curricular

  • Reestruturação de ofertas de disciplinas;
  • Criação de disciplinas com conteúdo essencial para engenharia como álgebra, geometria e desenho;
  • Criação de disciplinas com aprendizagem baseada em projeto.

 

Permanência e Apoio

  • Estímulo a participação de programas de monitoria em disciplinas com bolsas vinculadas;
  • Estímulo a participação em projetos de pesquisa e extensão com bolsas vinculadas.
     

2. Inovação no Ensino da Engenharia

 

Laboratórios Multidisciplinares e Aprendizagem Baseada em Projeto

  • Implantação/transformação de laboratórios multidisciplinares;
  • Criação de disciplinas com desafios reais propostos por empresas e comunidades locais.

 

Tecnologias Educacionais

  • Incentivo ao desenvolvimento de metodologias ativas em disciplinas;
  • Incentivo ao uso softwares de simulação e plataformas digitais.

 

3.     Garantia da Qualidade Acadêmica

 

Avaliação Contínua e Participativa

  • Implantação de comissões de avaliação dos cursos;
  • Revisão periódica dos currículos com base em indicadores de desempenho e empregabilidade.

 

Formação Docente

  • Criação de núcleos pedagógicos para capacitação docente;
  • Incentivo à produção de material didático próprio com ferramentas digitais;
  • Incentivo à pesquisa em educação em engenharia.

 

Integração entre Cursos

  • Promoção de eventos interdepartamentais e projetos integradores;
  • Compartilhamento de boas práticas entre os diferentes cursos de engenharia.

 

 DARI, relações internacionais

 

Programas de Estágio Internacional

  • Ampliação das oportunidades para alunos estrangeiros, aumentando o número de laboratórios e docentes aptos a receber estudantes para: Estágios de pesquisa e Orientação de projetos finais.
  • Permitir que alunos brasileiros estágios em empresas estrangeiras, mesmo sem a obrigatoriedade de vínculo com uma instituição de ensino superior estrangeira.

 

Visibilidade das Parcerias Internacionais

  • Dar maior destaque às parcerias já existentes entre a Escola Politécnica e instituições estrangeiras, tanto as firmadas diretamente pela própria Escola, quanto as estabelecidas pela UFRJ que incluam a Politécnica como unidade participante.

 

Promoção Internacional da Escola Politécnica

  • Fortalecer a presença da Escola Politécnica no exterior, através da cooperação com docentes em afastamento fora do país, que participam de congressos, eventos e missões acadêmicas internacionais, incentivando que atuem também como "embaixadores" da Politécnica.

 

 

DAPG, pós-graduação

 

Organizações que promovem parceiras entre instituições ensino e empresas/ trabalhadores buscam atualização ou formação qualificada;

  • Criar um grupo de trabalho para indicar quais os temas emergentes na indústria/sociedade e, buscar na Escola Politécnica, grupos que possam atender a demanda;
  • Incentivar professores a criar cursos e estimular a abertura de novas turmas de cursos bem-sucedidos no mercado;
  • Reunir periodicamente os coordenadores de cursos para unificar procedimentos e buscar formas de resolver problemas comuns;
  • Finalizar o processo de adaptação dos cursos presenciais em cursos online síncronos.

 

Stricto Sensu

  • Ampliar a divulgação dos programas nas mais diversas mídias sociais;
  • Buscar parceria com a indústria para o financiamento de bolsas de mestrado e doutorado;
  • Estimular a internacionalização a partir do apoio a missões internacionais e/ou reuniões científicas;
  • Divulgar a presença de pesquisadores estrangeiros na Escola Politécnica, promovendo a troca de experiências e incentivando novas parcerias;
  • Reuniões regulares entre os coordenadores dos três programas para a discussão de problemas em comum, em especial, a avaliação da Capes;
  • Estabelecer um fundo para apoio a publicação em revistas internacionais;